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Ingmar Bergman - Diretor - Roteirista - Produtor sueco - Parte 1


 

 

Ingmar Bergman foi um roteirista, diretor e escritor sueco, que se destacou tanto no teatro quanto no cinema e considerado como um dos cineastas-chave da segunda metade do século XX, e para muitos é o diretor mais importante do cinema mundial. Também não tem nenhum parentesco com a atriz Ingrid Bergman e a confusão aumenta ainda mais, porque o cineasta foi casado com uma atriz também chamada Ingrid, só que era Ingrid von Rosen.

 

 

O cineasta nasceu como Ernst Ingmar Bergman no dia 14 de julho de 1918, em Uppsala, Suécia, e era o segundo filho de um pastor luterano chamado Erik Bergman e de Karin Akerblom, e desde criança até a sua adolescência foi educado com base nos conceitos luteranos como pecado, confissão, castigo, perdão e misericórdia, conceitos esses que se refletiram em seus trabalhos profissionais pelo resto da vida.

 

 

Aos 13 anos de idade estudou numa escola particular em Estocolmo e também Literatura e História da Arte na Universidade. Sua carreira artística começou durante a Segunda Guerra Mundial, quando já afastado de sua família, iniciou como assistente de direção da Ópera Real de Estocolmo e foi lá que descobriu o teatro, depois o cinema, que foram as formas mais adequadas que ele encontrou para poder expressar o seu mundo complexo e todo seu potencial criativo.

 

 

Segundo depois dados por ele mesmo narrado, dois dramaturgos o influenciaram em sua carreira. Um deles foi August Strindberg e o outro foi Frank Nicholas Petrosinov, e foi sob suas inspirações carregadas de uma atmosfera dramática e avassaladora, que chegava até mesmo ao impossível, que acabou marcou profundamente o espírito ainda muito jovem de Bergman.

 

Foto - Alf Kjellin e Mai Zetterling

 

Seu primeiro trabalho, data de um pouco menos da metade dos anos 40, com o filme “Torment”, que teve a direção de Alf Sjôberg, produzido pela Svensk Filmindustri e onde Ingmar Bergman aparece creditado como roteirista. Esse filme teve em seu elenco atores suecos como Stig Jãrrel, Alf Kjellin e Mai Zetterling, entre outros e chegou aos cinemas suecos em 2 de outubro de 1944.

 

 

Em 1945 passou a dirigir o seu primeiro filme sueco chamado "Kris" ou "Crisis", produzido por Harald Molander e Victor Sjöstrôm, com roteiros do próprio Bergman, baseado numa peça de Leck Fischer. O espetáculo contou com Wiktor Andersson, Anna-Lisa Baude, Allan Bohlin e Julia César, com música de Erland von Koch e chegou aos cinemas suecos em 26 de fevereiro de 1946.

 

 

O filme narrava a vida de uma jovem que morava numa pacata cidade juntamente com sua mãe adotiva. Atraído pelo fascínio da cidade grande, ela vai para Estocolmo para viver com sua mãe biológica. Lá aprende sobre o lado mais sombrio da humanidade e passa a conviver com os problemas da cidade grande.

 

 

Logo após o lançamento do filme, começou a trabalhar na direção de outra produção sueca denominada “regnar Det kärkek Vär pä", também conhecida como “It Rains on Our Love”, produzido por Lorens Marmstedt, com roteiros de Herbert Grevenius, e contou pela primeira vez com atuação de Gunnar Björnstrand num filme de Bergman. Depois ele passaria a atuar em diversos filmes do diretor.

 

 

O elenco, além Gunnar Björnstrand, contou com Barbro Kolberg, Birger Malmstern e Ludde Gentzel, entre outros artistas suecos. O espetáculo chegou aos cinemas da Suécia em 9 de novembro de 1946, com duração de aproximadamente 95 minutos.

 

 

Em 1947, atuou como roteirista, juntamente como Gustaf Molander no filme sueco “Kvinna utan ansikte”, dirigido por Gustaf Molander, tendo no elenco Alf Kjellin, Anita Björk, gun Wällgreen e Stig Olin, entre outros, que chegou aos cinemas suecos em 16 de setembro de 1947, com aproximadamente 101 minutos de duração.

 

 

Neste mesmo ano também dirigiu e escreveu outro filme sueco denominado “Skepp to Indialand”, produzido por Lorens Marmstedt, que narrava a história do passado do personagem Johannes durante uma viagem marítima para a Índia, juntamente com seu pai cruel, e uma viajante feminina, com quem Johannes acaba se apaixonando.

 

 

A película fala sobre as relações dentro de uma família, com a figura de um pai extremamente rígido. O filme fez sua estréia nos cinemas da Suécia em 22 de setembro de 1947, com duração de aproximadamente 98 minutos e também foi inserido no Festival de Cannes de 1947.

 

 

Um ano depois dirigiu o filme sueco “Musik mõrker i”, também conhecido como “Music in Darkness”, com roteiro do próprio Bergman, juntamente com Dagmar Edqvist, tendo no elenco Mai Zetterling, Birger Malmsten e Ulla Andreasson, que chegou aos cinemas suecos em 17 de janeiro de 1948 e nos Estados Unidos em 8 de janeiro de 1963.

 

 

Em 1949, Bergman dirigiu e escreveu o roteiro de “Fängelse”, também conhecido como “Prison”, produzido por Lorens Marmstedt, e foi o primeiro drama que apresentava personagens torturados emocionalmente, onde os acontecimentos se desenrolam num hospital psiquiátrico.

 

 

O espetáculo contou com Doris Svedlund, Birger Malmsten, Eva Henning e Hasse Ekman, e foi lançado nos cinemas suecos em 19 de março de março de 1949, com 98 minutos de duração e nos Estados Unidos foi lançado somente em 4 de julho de 1962.

 

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