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Kraftwerk - Grupo de Música Eletrônica Alemã - Primeira Parte


 

 

Kraftwerk foi um conjunto alemão que teve suas origens na Alemanha, quando dois jovens estudantes, Florian Schneider e Ralf Hütter, do Conservatório de Düsseldorf, se conheceram no final dos anos 60, ao participarem de umas experimentações musicais alemã, que naquela época a imprensa britânica, apelidava de “Krautrock”.

 

 

Krautrock” era basicamente um som eclético e muito original que misturava as diversas freqüências do pós-psicodélica, com pitadas do rock progressivo, misturada as idéias experimentais contemporânea da música clássica, em especial as do compositor Karlheinz Stockhausen.

 

 

Pouco tempo depois, resolveram fundar um conjunto chamado “Organisation” formado por volta de 1967, com Ralf Hütter, Florian Schneider, Basílio Hammoudi, Butch Hauf, Alfred Mönicks e Konrad “Conny” Plank, que era o engenheiro de som.

 

 

Em 1969, o conjunto gravou o seu único LP denominado “Tone Float” ou "Frühwerke", contendo 5 faixas de músicas, que foi lançada pela RCA Victor no Reino Unido, no verão de 1970. O disco só chegava a Alemanha através de importação, o que fez com que suas vendas fossem baixíssimas, e logo depois Hammoudi, Hauf e Mönicks resolveram abandonar o conjunto e retornar para concluir seus estudos na universidade.

 

 

De acordo com Mönicks, numa entrevista nos anos 90, o quinteto já havia começado a atuar sob o nome de Kraftwerk pouco tempo depois do lançamento do disco “Tone Float”. Depois Ralf e Florian, os dois últimos que sobraram, passaram a gravar sob o nome de Kraftwerk alguns discos, com outros músicos convidados.

 

 

Em 1970, o Kraftwert conseguiu gravar o seu primeiro LP, denominado simplesmente de "Kraftwerk" contendo quatro faixias: “Retreat”, “Stratovarius”, “Megaherz” e “From the High Skies”, sob a batuta de Ralf Hüttr, Florian Schneider e tendo como convidados dois bateristas, Klaus Dinger e Andreas Hohmann.

 

 

A influência do produtor e engenheiro Konrad “Conny” Plank foi altamente significativo para o Kraftwerk, que co-produziu os primeiros quatro álbuns do grupo alemão. Em 1971, o grupo lançou o seu segundo LP denominado simplesmente “Kraftwerk 2”, contendo 6 faixas, contando apenas com a participação de Ralf Hütter e Florian Schneider.

 

 

Dois anos mais tarde, em 1973, chegava às lojas o terceiro disco do Kraftwerk denominado “Ralf & Florian”, contendo seis faixas e novamente com apenas Ralf Hütter e Florian Schneider, fazendo os vocais e todas as instrumentações eletrônicas e acústicas do disco.

 

 

Em 1974, chegaram ao sucesso com o lançamento do álbum “Autobahn”, um disco contendo de um lado uma música extensa chamada “Autobahn Highway” que chamava bastante atenção pela sua extensão e mais quatro músicas, que contou na gravação com Ralf Hütter, Florian Scheineider e as participações de Klaus Roeder no violino e guitarra e Wolfgang Flür na percussão.

 

 

Com o sucesso comercial do disco “Autobahn”, o grupo investiu na atualização do seu estúdio e assim passaram a não mais depender dos produtores externos. Nesta época, o pintor e artista gráfica Emil Schult tornou-se um colaborador regular com a banda, projetando a arte do disco, e depois também passou a co-escrever letras e acompanhar o grupo em turnê.

 

 

Em 1975, o Kraftwerk gravou o LP “Radio-Activity”, contendo 12 faixas, como um quarteto com Ralf Hutter, Florian Schneider, Karl Bartos e Wolgang Flür. Depois da gravação e enquanto Emil Schult trabalhava na obra de arte e letras para um novo álbum, a banda começou a trabalhar as músicas desse disco.

 

 

Radio-Activity” não fez o muito sucesso no mercado britânico e americano, mas ele abriu o mercado europeu para a banda, chegando a ganhar inclusive um disco de ouro na França. Depois do lançamento desse disco, o grupo deixou pra trás as experimentações e avançaram mais em direção a música pop eletrônica.

 

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