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Renaissance - Grupo de Rock Progressivo - Parte 1


 

 

Renaissance é uma banda de rock progressivo do Reino Unido, que teoricamente existe até os dias atuais, já que nunca houve um anúncio oficial sobre o encerramento da banda, que surgiu por volta de 1969. Mas recentemente surgiram notícias sobre uma possível turnê ao leste da América do Norte e também no Japão estaria em andamento para 2010, bem como o lançamento de novas músicas.

 

 

Tudo começou quando alguns integrantes do conjunto The Yardbirds como Paul Samwell, Jim McCarty e Keith Relf, resolveram sair e formar uma nova banda, mas voltada às experimentações entre o rock, música folclórica e as formas clássicas, diferentemente dos The Yardbirds mais voltada para o blues.

 

 

Assim nasceu o conjunto Renaissance numa época que também surgiam diversos outros grupos na linha do rock progressivo como King Crimson, Gentle Giant, Eletric Light Orchestra, Supertramp e EL&P, entre outros, ritmo esse que durou com sucesso até um pouco mais da metade dos anos 70 e depois foi decaindo com a chegado de novos ritmos, mas ainda assim existem muitos adeptos até os dias atuais.

 

Foto - Jim McCarty

 

A primeira formação do grupo contou com Keith Relf no vocal, guitarra e gaita; Jim McCarty na bateria e vocal; John Hawken nos teclados; Louis Cennamo e Jane Relf nos vocais, e essa formação durou por aproximadamente um ano, quando começaram as entradas e saídas normais em qualquer grupo.

 

Renaissance - 1969

 

Nesta época eles lançaram dois álbuns. O primeiro tinha o mesmo nome do grupo “Renaissance” e foi gravada em 1969. Pouco tempo depois gravaram “Ilusion” em 1970, que contou além do quinteto original, com a participação de artistas como Neil Croner, Micheal Dunford, T. Slade, T. Crow e Don n Shin ao piano elétrico em “Past Orbits of Dust”.

 

Ilusion - 1970

 

A banda iniciou suas apresentações em maio de 1969, antes mesmo da gravação de seu primeiro LP de estréia, principalmente pelo Reino Unido, com incursões ocasionais pelo interior e também participando de festivais na Bélgica e França. Em 1970, quando a banda começou uma nova turnê com dois discos já gravados, o grupo original quase em sua totalidade começou a se dissolver, e deixando McCarty responsável pela reformulação do grupo, mas logo depois disso também acabou deixando o grupo.

 

 

Em 1972, no auge do rock progressivo eles lançaram o disco “Prologue” com músicas escritas por Dunford, McCarty e também da poetisa Betty Tratcher e por esta época a formação do grupo consistia de Annie Haslan como vocalista; Michael Dunford no violão; John Tout no piano; Jon Camp no baixo e vocal, e Terry Sullivan na bateria.

 

 

 

Com essa formação gravaram o álbum “Asher Are Burning” em 1973, que contou também com a participação de Andy Powell na guitarra somente para este disco. Depois gravaram “Turn of the Cards” em 1974 e “Scheherazade and Other Stories” em 1975.

 

 

Dois anos mais tarde voltaram a gravar “Novella” em 1977 e logo em seguida “A Song For All Seasons”, em 1978, onde conseguiram um enorme sucesso com a canção “Nothern Lights”. Este disco contou também com a participação de The Royal Philharmonic Orchestra.

 

 

Em 1979, o grupo retornou com o álbum “Azure D´Or”, que não alcançou os mesmos êxitos dos discos anteriores, deixando inclusive os fãs decepcionados, como analisa diversos autores, que mencionam que neste disco a banda abandonou aqueles maravilhosos arranjos orquestrais e passaram a fazer uso dos sintetizadores, que estava muito em voga na época e utilizadas por outros grupos como EL&P, Yes e Rick Wakeman, entre outros.

 

 

O grande sucesso do Renaissance, segundo esses mesmos autores estava exatamente por eles serem diferentes aos outros conjuntos da mesma época. Pouco tempo depois desse álbum John Tout e Terrence Sullivan deixaram a banda e foram substituídos por Peter Gosling e Peter Barron. Com essa nova formação gravaram o álbum “Camera Camera” em 1981.

 

 

Durante essa época, Jon Camp passou a compor a maioria das canções e assim gravaram um outro álbum denominado “Time-Line”, em 1983, agora como um trio formado por Jon Camp, Michael Dunford e Annie Haslam, mas contando com a participação de outros músicos convidados como Bimbu Acock, Peter Gosling, Eddie Hardin, Nick Magnus, Ians Mosley, Peter Baron e Dave Thompson.

 

 

Esse disco foi o último desta época, mas o grupo restante foi se agüentando até por de 1987, quando acabou se desfazendo, e assim parecia ser o fim do Renaissance. Mas, por volta de 1995, o guitarrista Michael Dunford reuniou outros músicos como Stephanie Adlington, Phil Mulford, Dave Dowle, Stuart Bradbury, Rory Wilson e Andy Spillar e gravaram o álbum “The Other Woman”.

 

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