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Yara Amaral - Atriz Brasileira


 

 

Yara Amaral foi uma atriz de teatro, cinema e televisão que nasceu no bairro do Belenzinho, em São Paulo no dia 16 de setembro de 1936 e nos anos 60 entrou para a Escola de Arte Dramática de São Paulo, e participou de sua primeira peça "La Pazzia Senile" realizada no Teatro Independência, em Santos, São Paulo em 1963, onde Yara interpretou a personagem Belletto di Villanelle. Nesse mesmo ano participou em São Paulo da peça "Pedreira das Almas", de autoria de Jorge Andrade e direção de Alfredo Mesquita.

 

 

Yara formou-se em 1965, ano em que fez sua estreia profissionalmente como atriz na peça "Hedda Gabler" de autoria de Henrik Ibsen, onde interpretou a personagem da Sra. Elvsted. A peça teve a direção de Walmor Chagas e produzido pela Companhia Nydia Licia. Também nesse mesmo ano participou de "A Megera Domada" de William Shakespeare, sob a direção de Antunes Filho, montada em São Paulo no Teatro Aliança Francesa, onde Yara contracenou com Armando Bógus, Eva Wilma, Irina Grecco e Paulo Goulart.

 

 

Em 1966, Yara interpretou a personagem da mulher do Sub-oficial em "O Inspetor Geral" de Nicolai Gogol, sob a direção de Augusto Boal e Gianfrancesco Guarnieri, realizado no Teatro Arena, em São Paulo. No ano seguinte participou da peça "O Fardão" de Bráulio Pedroso e direção de Antônio Abujamra, ao lado de Ana Maria Nabuco, Cleyde Yáconis, Fauzi Arap e Osmano Cardoso.

 

Yara Amaral em Arena conta Tiradentes

 

Nos anos seguintes participou de várias peças como "Arena Conta Tiradentes" de Augusto Boal e Gianfrancesco Guarnieri, em "O Burguês Fidalgo" de Molière, em "Fernando ou O Cinto Acusador" de Martins Pena, em "O Clube da Fossa" de Abilio Pereira de Almeida e em "Intriga de Amor" de Schiller, todas em São Paulo entre 1968 e 1969. Paralelamente ao teatro começou a fazer suas primeiras participações em novelas como "O Décimo Mandamento" pela Extinta TV Tupi, em São Paulo, novela de Benedito Ruy Barbosa e direção de Antônio Abujamra, baseado no original de José Sanches Arcilla.

 

Yara Amaral em A Pequena Órfã

 

Também participou da na extinta TV Excelsior das novelas "O Direito dos Filhos" de Teixeira Filho utilizando o pseudônimo de Iara Curi e direção de Henrique Martins e também a novela "A Pequena Órfã", também de Teixeira Filho e direção de Dionísio de Azevedo. Na TV Record participou da novala "A Última Testemunha" de Benedito Ruy Barbosa e direção de Walter Avancini e novamente na TV Tupi com a telenovela "E nós, aonde Vamos?".

 

 

Yara deixa São Paulo e vai para o Rio de Janeiro, onde começa a diversas peças teatrais e paralelamente começa as suas participações nas novelas da Rede Globo de Televisão. A primeira delas foi em "Irmãos Coragem", escrita por Janete Clair e direção de Daniel Filho e Milton Gonçalves e onde Yara interpretou a personagem Tula e apresentada entre 8 de junho de 1970 a junho de 1971, e a novela se consagrou como o primeiro grande clássico da Rede Globo.

 

 

Depois da novela, passou alguns anos apenas se dedicando ao teatro até 1975, com as peças "Quando as Máquinas Param" de Plinio Marcos e direção de Nelson Xavier em 1970; em "Flicts" de Ziraldo e direção de Aberbal Freire Filho em 1972; em "Réveillon" de Flávio Márcio e direção de Aderbal Freire Filho em 1974, onde Yara Amaral recebeu o Prêmio Molière, e também nesse mesmo ano fez a peça "Pequeno Dicionário da Língua Feminina" também de Flávio Márcio e direção de Aderbal Freire Filho.

 

Yara Amaral em Réveillon

 

Em 1975, retornou para São Paulo com a peça "Réveillon" de Flávio Márcio, agora sob a direção de Paulo José, com a participação de Enio Gonçalves, Mario Prata, Regina Duarte, Sérgio Mamberti e Yara Amaral, apresentada no Teatro Sesc Anchieta. Nesse mesmo tempo em São Paulo, é convidado pelo diretor Hector Babenco para participar de seu filme "O Rei da Noite", baseado no livro de Michael Crichton e Tom Clancy.

 

 

Em 1976, Yara vai novamente para o Rio de Janeiro para participar da peça teatral "A Mais Sólida Mansão" de Eugene O´Neill e direção de Fernando Torres, onde Yara trabalha ao lado de Antônio Ganzarolli, Carlos Gregório, Fernanda Montenegro e Zanoni Ferrite, no Teatro da Glória. No ano seguinte volta para São Paulo para se apresentar na peça "Pequenos Burgueses" de Máximo Gorki, direção de Renato Borghi no Teatro TAIB e na peça "Os Filhos de Kennedy" de Robert Padrick, sob a direção de Sérgio Brito , ao lado de Irene Ravache e Marco Nanini.

 

 

Ao retornar ao Rio de Janeiro faz a sua segunda novela pela Rede Globo, em "Espelho Mágico", de Lauro César Muniz e direção de Daniel Filho, Gonzaga Blota e Marco Aurélio Bagno, que foi ao ar entre 14 de junho a 5 de dezembro de 1977, no horário das 20 horas, onde Yara recebeu um papel de destaque com a personagem Suzete Calmon, e seu nome e rosto passaram a ser bem conhecida no público.

 

Parada 88, O Limite de Alerta

 

Também nesse mesmo ano de 1977, fez o filme "Parada 88, O Limite de Alerta" e no ano seguinte mais dois em "Nos Embalos de Ipanema" sob a direção de Antônio Calmon, onde Yara interpretava a mão do personagem principalmente chamado Toquinho, protagonizado pelo ator André de Biase. Também participou do filme "A Dama do Lotação" sob a direção de Neville de Almeida, baseada numa história de Nélson Rodrigues.

 

Yara Amaral em Dancin´ Days

 

Em 1978, também interpretou a personagem Áurea Santos na novela "Dancin´ Days", de Gilberto Braga e direção de Daniel Filho, Gonzaga Blota, Dennis Carvalho, Marcos Paulo e José Carlos Pieri, que foi ao ar entre junho de 1978 a janeiro de 1979, no horário das 20 horas. Também nesse mesmo ano participou da peça teatral "Os Veranistas" de Máximo Gorki, direção de Sérgio Brito, onde Yara interpretou a personagem Maria Livovna, no Teatro dos Quatro, no Rio de Janeiro.

 

 

No ano seguinte de 1980, participou da peça "El Dia Que Me Quieras" de José Ignácio Cabrujas, direção de Luiz Carlos Ripper, no Rio de Janeiro, e também do filme "Mulher Objeto" sob a direção de Silvio de Abreu, mostrando as fantasias de uma mulher casada que sonha diversas experiências com parceiro de ambos os sexos. Yara interpretou a personagem Carmen e participou do filme "Prova de Fogo" sob a direção de Marco Altberg, que narrava a história de Mauro, um imigrante nordestino no Rio de Janeiro.

 

Isabel Ribeiro e Yara Amaral em Sol de Verão

 

Entre abril a outubro de 1981, participou da novela "O Amor é Nosso", pela Rede Globo, escrita por Roberto Freire e Wilson Aguiar Filho, direção de Gonzaga Blota, Jorge Fernando e Mário Márcio Bandarra e no teatro passou a atuar na peça "À Moda da Casa" de Flávio Márcio, direção de Nelson Xavier, no Rio de Janeiro. No ano seguinte fez as peças "Eu Posso?" de Reinaldo Loy e "Motel Paradiso" de Juca de Oliveira, direção de José Renato, no Teatro Villa-Lobos, no Rio de Janeiro. Também participa da novela "Sol de Verão" de Manoel Carlos, direção de Roberto Talma, Jorge Fernando e Guel Arraes, que foi ao ar entre outubro de 1982 a março de 1983.

 

Yara Amaral em Viver a Vida

 

Ainda em 1983, participou da peça "Rei Lear" de William Shakespeare, direção de Celso Nunes, no Teatro Clara Nunes, no Rio de Janeiro. Participou da novela "Guerra dos Sexos" pela Rede Globo, sob a direção de Jorge Fernando e Guel Arraes e onde Yara interpretou a personagem Nieta. Depois foi para a extinta Rede Manchete e participou da minissérie "Viver a Vida" de Manoel Carlos, apresentada entre outubro a novembro de 1984, e onde Yara interpretou a personagem Germana.

 

Yara Amaral em Um Sonho a Mais

 

Depois retornou para a Rede Globo para participar da novela "Um Sonho a Mais" de Lauro César Muniz e Daniel Más, baseado na peça teatral "Volpone" de Ben Jonson e onde Yara intepretou a personagem Beatriz. A novela foi apresentada entre 4 de fevereiro a 2 de agosto de 1985. Também nesse mesmo ano participa do filme "Tropclip", um musical com a direção de Luiz Fernando Goulart e roteiro de Alfredo Oroz. No teatro realiza a peça "Assim É... (Se lhe Parece)" de Luigi Pirandello, direção de Paulo Betti, no Teatro dos Quatro, no Rio de Janeiro.

 

 

Em 1986, faz uma participação especial como Dinorah Melina Souza e Silva na novela "Cambalacho" e participa da minissérie "Anos Dourados" pela Rede Globo, escrita por Gilberto Braga e direção de Roberto Talma, onde Yara interpreta a personagem Celeste Carneiro. No teatro volta com a peça "Imaculada" de Franco Scaglia, direção de Paulo Mamede, no Teatro dos Quatro no Rio de Janeiro.

 

Yara Amaral em Helena

 

No ano seguinte faz uma participação especial na novela "Mandala", depois vai para a Rede Manchete participar da novela "Helena" escrita por Mário Prata, Dagomir Marquezi e Reinaldo Moraes, baseado no romance homônimo de Machado de Assis. Yara interpreta a personagem Dorzinha e a novela é apresentada entre maio a novembro de 1987. Nesse mesmo ano participa de seu último filme "Leila Diniz", sob a direção de Luiz Carlos Lacerda retratando a vida a atriz brasileira Leila Diniz, morta num acidente de avião. No teatro faz a peça "A Cerimônia do Adeus" de Muro Rasi no Teatro dos Quatro.

 

 

Em 1988, faz a sua última peça "Filumena Marturano" de Eduardo De Filippo, direção de Paulo Mamede, no Teatro dos Quatro e na Rede Globo fez também a sua última novela "Fera Radical", escrita por Walter Negrão, Rose Calza, Ricardo Linhares e Luis Carlos Fusco e direção geral de Gonzaga Blota, que foi ao ar entre março a novembro de 1988.

 

 

No último dia desse ano, 31 de dezembro de 1988, na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, 153 pessoas que estavam a bordo do barco Bateau Mouche naufragou quando estava indo em direção a Copacabana, matando 55 pessoas, entre as quais a atriz Yara Amaral, aos 52 anos de idade. Ela foi casada com o cineasta Luiz Fernando Goulart com quem teve dois filhos, Bernardo e João Mário.

 

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Principais Fontes Bibliográficas

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Yara_Amaral

http://inmemorian.multiply.com/photos/album/6

http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_teatro/index.cfm?fuseaction=personalidades_biografia&cd_verbete=192

http://www.terra.om.br/istoegente/07/reportagens/rep_bernardo.htm

 

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