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Columbo


 

 

Peter Falk é Columbo, tenente-detetive do Departamento de Polícia de Los Angeles, uma série de TV apresentada inicialmente entre 1971 a 1978, nos Estados Unidos, pela Rede NBC, num total de 45 episódios, incluindo 2 filmes pilotos: a primeira produzida em 1968 “Prescription: Murder” e a segunda em 1971 “Ransom for a Dead Man". Nos anos de 1989 a 1999 voltou a ser apresentado, agora pela Rede ABC, com mais 23 novos episódios, mais o longa metragem “Murder, smoke & shadows” de 1989.

 

 

Columbo surgiu pela primeira vez no início dos anos 60, num telefilme chamado Enough Rope e interpretado pelo ator Bert Freed, com base em uma história criada por William Link e Richard Levinston. Em 1968, o telefilme foi adaptado pela dupla (Link e Levinston) para uma peça de teatro, que recebeu o título de Prescription for Murdes, estrelado por Thomas Mitchel, como Columbo.

 

 

Neste mesmo ano o personagem foi adaptado com um enredo próprio e vendido à Universal que o transformou em uma série de televisão. Para interpretar Columbo foi chamado inicialmente Bing Crosby, mas como ele já estava com 67 anos, recusou o papel e assim optaram por Peter Falk, um ator mais jovem.

 

 

A série original não era dividida em episódios semanais, mas sim contidos em 90 minutos dentro do programa The NBC Mystery Movie: cada semana, uma de três diferentes séries era mostrada alternadamente. Columbo era entremeado com McMillan & Wife (Casal McMillan) estrelado por Rock Hudson e Susan Saint James e a série McCloud interpretado por Dennis Weaver.

 

 

Porém, Columbo chamou a atenção por sua estrutura própria de enredo. Embora tivesse a mesma forma rígida de outros sucessos como Perry Mason, Dragnet ou The Rockford Files, cada episódio era de fato uma inversão da fórmula do detetive clássico. Na fórmula clássica, o crime geralmente estava comprometido a uma pessoa desconhecida, o detetive investigava o caso, juntava as pistas e resolvia o crime com a ajuda de seus assistentes, juntamente com a habilidade do detetive em provar a verdade.

 

 

Em Columbo o criminoso era mostrado logo de início. O espectador podia ver o crime ser planejado, executado e depois encoberto pelo criminoso. Os métodos do criminoso eram apresentados com tal cuidado, que uma pequena falha fazia com que Columbo entrasse em cena e não deixasse o criminoso impune.

 

 

Com seu sobretudo todo amarrotado, charuto curto e grosso, cabelo amarrotado e aparentando numa atitude confusa, Columbo caminhava ao redor do seu velho Peugeot 403, como um cão que fareja o suspeito até o local do homicídio. Porém, a atitude e seu comportamento não passavam de meros trejeitos.

 

 

Columbo não estava confuso, mas intensamente atento, como um falcão que circula sua presa, esperando pelo momento de fraqueza para atacar. Columbo aproximava e vacilava, enquanto interferia freqüentemente com as atividades policiais, juntando pistas que pareciam não ter nenhuma importância. O tempo todo ele importunava a pessoa que ele suspeitava.

 

 

No princípio até mesmo o criminoso se divertia com o estilo do tenente, que normalmente parecia estar mais inclinado a assumir que isto era o melhor que a polícia de Los Angeles podia oferecer e de nunca ser descoberto. Sempre que o suspeito pensava que estava livre do Tenente, lá vinha ele novamente com uma nova observação, do tipo “Oh, mais uma coisinha....”. 

 

 

Ao final do episódio, Columbo observava que sempre persistia uma aparente e secundária discrepância na história do criminoso e isto servia de laço para encurralar o suspeito que acabava admitindo a culpa para ele. Columbo era o único personagem regular na série e nunca dizia seu primeiro nome, dizia somente “Me chame apenas de tenente”. Não havia nenhum comissário de polícia grisalho e nenhum confidente com quem o caso pudesse ser discutido.

 

 

Ele escutava as versões, dava voltas e voltas no caso, levantava os possíveis motivos e sua pista do suspeito, na maioria das vezes, sempre o levavam a alguém muito poderoso, rico e arrogante, que se sentia feliz em demonstrar mais inteligência do que o tolo detetive que ficava em vão no encalço do criminoso. No fim o nosso pobre herói acabava superando o rico e privilegiado criminoso.

 

 

Muitos influentes escritores, diretores e produtores dos anos 80 trabalharam nesta série como Stephen J Cannell (The Rockford Files), Peter S Fisher (Murder, She Wrote), Steven Bochco (L.A.Law), Dean Hargrove (Matlock, Perry Mason) e Roland Kibee (Barney Miller). O episódio de estréia foi dirigido por Steven Spilberg quando ainda era muito jovem.

 

 

Cada episódio mostrava um ator famoso ou uma estrela no papel secundário como criminoso. Vários vilões que subestimaram Columbo foram desmacarados: Janet Leigh, Robert Culp, Sal Mineo, Roddy McDowall, Vincent Price, William Shatner, e muitos outros. Columbo gerou somente um spin-off para a NBC que teve curta duração, estrelada por Kate Mulgrew como a Sra Columbo (Kate Columbo), uma reporter de um jornal local com uma filha de 7 anos.  A série teve três diferentes títulos: Kate Loves a Mystery, Kate, the Detective e Kate Columbo.

 

 

Esta série também ia de encontro a Columbo de vários modos, uma vez que a Sra. Columbo sempre esteve ausente a todos os episódios da série original e também o enredo que seguia o formato do detetive tradicional em do vez do invertido. Não se sabe o que levou a série ao fracasso, mas certamente, a série já estava condenada desde o seu início, mesmo que o produtor Levinson e o próprio Falk afirmarem o contrário. Por sua participação em Columbo, Peter Falk ganhou o Prêmio Emmy como melhor ator principal em série dramática nos intervalos de 1971-1972, 1975-1976 e 1989-1990, além de haver colecionado outros prêmios, inclusive o Oscar da Televisão (Emmy) em outras categorias.

 

 

Columbo fez tanto sucesso que muito autores afirmam que a Hanna-Barbera resolveu parodiar a série e criou o desenho animado "The Mumbly Cartoon Show" com o personagem Mumbly no papel de Columbo.

 

Elenco

Peter Falk (Detetive Columbo)

Bill Zuckert (Capitão Sampson)

 

 

Peter Falk (Peter Michael Falk) nasceu no dia 16 de setembro de 1927, em Nova Iorque, Estados Unidos, filho de Michael Falk e Madeline Hauser Falk e descedente de Miksa Falk, editor de um jornal liberal húngaro chamado Pester Lloyd. Aos três anos de idade perdeu um de seus olhos devido a um tumor maligno, por isso foi obrigado a implantar um olho de cristal, pelo qual também ficou mundialmente famoso.

 

 

Estudou em Nova Iorque e quando tinha 12 anos subiu pela primeira vez no palco. Depois se graduou e se alistou na marinha dos Estados Unidos como cozinheiro, antes de licenciar-se em ciências políticas em New School for Social Research em 1951 e conseguir um máster em administração pública pela Universidade de Siracusa em 1953. Quando jovem queria trabalhar na CIA antes de se converter em  diretor de um escritório em Hartford.

 

 

Mais tarde estudou interpretação em White Barn Theatre em Westport, Connecticut em 1956 com a idade de 29 anos e depois se mudou para Greenwich Village. Seu primeiro papel profissional foi em "Off Broadway". Durante os anos seguintes, Falk esteve trabalhando em todos as peças alternativas de Nova Iorque. Em 1960 mudou-se para Hollywood para iniciar sua carreira no cinema.

 

 

Em 1961 estreou em "Murder, Inc." interpretação que lhe valeu sua primeira indicação como melhor ator coajuvante para o Oscar. Nesse mesmo ano também recebe uma indicação aos prêmios Emmy por seu papel de drogado em "The Law and Mister Jones". Em 1961, novo papel de Peter Falk e nova indicação como melhor ator secundário para o Oscar e também foi indicado ao Emmy por "The Prince of Tomatoes" e desta vez ganhou.

 

 

Em 1965, Falk consegue uma grande popularidade por sua interpretação de Daniel O´Brien em "The Trials of O´Brien", mas somente chegaria ao estrelado como o tímido e esquisito detetive Columbo. A primeira aparição de Columbo foi num telefilme chamado "Prescription: Murder" de 20 de fevereiro de 1968, apresentado pela NBC e foi um êxito total.

 

 

Devido a isso a rede solicitou um segundo telefilme que estreou no dia 1 de março de 1971 com o título de "Ramsom for a Dead Man", que também pode ser considerado como o piloto da série que se seguiu depois. Falk foi alternando seu trabalho como detetive Columbo com outros projetos. Em 1972 ganhou o prêmio Tony por sua interpretação na comédia de Neil Simon "The Prisioner of Second Avenue" que ele fez na Brodway. Além disso, Peter Falk é conhecido pela sua pintura, onde ele é bastante elogiado pelos críticos.

 

 

Música Tema

 

 

Principais Fontes Bibliográficas

 

http://www.timstvshowcase.com/columbo.html 

http://www.retrotv.com.br/columbo/index2.html 

http://www.infantv.hpg.ig.com.br/alfab_serie.htm 

http://www.mofolandia.com.br/ 

http://www.museum.tv/archives/etv/C/htmlC/columbo/columbo/htm 

http://www.kfcplainfield.com/soud/columbo.wav 

http://www.retrotv.com.br/columbo/fotos.html

http://es.wikipedia.org/wiki/Peter_Falk

 

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