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Contato - Parte 5


 

 

Noutro dia assistindo a um programa de televisão vi um trio de pessoas dos seus 30 a 35 anos por ai falando sobre os anos 80. Escutei por alguns momentos, eles lembrarem das benesses daqueles anos, como se aqueles fossem os melhores momentos de todas as décadas. As décadas anteriores eram mencionados até com um certo desprezo, bem como os anos atuais.

 

 

Confesso que isso me deixou um pouco desconcertado, pois para mim, que já estou perto da casa dos 60 anos, a melhor década fora a de 50 e 60. Isso me levou a pensar. Será mesmo que existe uma época boa ou má, ou será que nós criamos esses bons e maus momentos baseados a partir do instante da nossa existência.

 

 

Concluí, que certamente não existem época boas ou piores, o que provavelmente existe é um olhar nostálgico de dois tempos muito maravilhosos de nossas vidas, que é a infância e a adolescência e isso permanecem em nossos corações para o resto de nossas vidas, pois nestas épocas nossas mentes têm uma maneira especial de pensar, diferente de todos os outros momentos.

 

 

Para a garotada que está nascendo hoje, esta época atual será a melhor de todas, para quem tem 70 anos, a década de 40 não existirá coisa melhor e assim por diante. Exclamações como: Aquilo sim é que era uma boa época, num é que nem agora! ou coisas do gênero ainda ecoarão e assim continuará a ladainha.

 

 

Se certo estou, não sei. É como certas palavras que parecem que foram feitas para serem ditas erradas. Mortandela parece ser mais gostoso do que mortadela; clítores dá mais imponência que clitóris e suvaco cheira melhor que sovaco. O imbigo parece estar mais perto do centro do que o umbigo e a bixiga enche bem mais rapidamente do que a bexiga. Pois é, como se dizia antigamente: Conosco, ninguém podemos!

 

 

Os anos 90 começaram com a reunificação das duas Alemanhas, também chegava ao fim o apartheid e Mandela chegava ao poder, enquanto isso no Brasil, Fernandinho era deposto por impeachment e mandado para casa bem antes da hora prevista. 

 

 

A poderosa e gelada União Soviética virava sorvete e se derretia. Os Estados Unidos acabava sobrando como a única superpotência mundial. Agora sim, ninguém mais os seguravam. Tornavam-se literalmente os donos do mundo.

 

 

Os terroristas lançaram os primeiros ataques de bombas contra o World Trade Center. Pouco tempo depois em setembro de 2001, terroristas lançavam dois Boings contra o edifício fazendo-o ir ao chão. A humanidade via pela primeira um atentado desta magnitude e todos passaram a ficar apreensivo com o terrorismo, assim como todos passaram a conhecer Osama Ben Laden.

 

 

A Guerra da Bósnia também chegava ao seu fim e na Casa Branca, o então presidente Clinton se envolvia no escândalo da chupetinha, protagonizada por Monica Lewinsky, mas Hillary não se fazia de chifrada e defendia o marido com unhas e dentes. Hong Kong era devolvida pela Inglaterra ao seu antigo proprietário, assim como Macau por Portugal.

 

 

Enquanto isso a Microsoft começava a ficar tremendamente poderosa lançando o Windows 95, uma plataforma que iria mudar de vez toda uma geração. Bill Gates pegava o jeito certo de fazer negócio. Chegaram o Windows 98 e seus sucessores. Ele se tornava o homem mais rico do mundo.

 

 

Os computadores começavam a baratear e iniciavam as primeiras corridas pela rede, com a Netscape e Internet Explorer entrando numa briga de leões. Quem pode mais, chora menos. Surgiam as grandes lojas virtuais como Amazon, eBay, Aol e Yahoo! E o e-mail começava a fazer parte do dia-a-dia das pessoas. Todos tinham que ter um. Naquele tempo as bandas largas ainda não eram populares e discar pela linha telefônica era um sufoco.

 

 

Surgia o DVD e o vídeo cassete já estava prestes a pedir sua aposentadoria. Pouco tempo depois viraria peça de museu. A Linux passaria a ser desenvolvida por diversas pessoas pela rede e parecia ser a única arma eficiente contra o poderio da Microsoft. Mas, o poder ganhou novamente e Linux poucos falam dele hoje.

 

 

O tão temido Bug do Milênio não correu, que pena! O meu lado obscuro acabou decepcionado. Estava doido para saber que rebuliço isso tudo ia dar. Por outro lado, o homem conseguiu clonar a primeira ovelhinha e a chamaram de Dolly. Que bonitinha! Virou até novela de televisão.

 

 

O telescópio Hubble começava a levar a visão do homem mais próximo às Jornadas nas Estrelas. Os bandidos agora tinham contra eles o DNA que podia levá-los mais rapidamente em cana e menos gente começava a morrer de AIDS, devido às precauções e um coquetel de remédios.

 

 

Os alimentos geneticamente modificados chegavam às mesas da população, sempre gostosos e deliciosos, mesmo com muita gente sendo contra. Muitos começavam a falar em reciclar materiais e os produtos biodegradáveis tornavam-se cada vez mais agradáveis. O Mercosul passou a unir comercialmente Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, mesmo que fosse só no papel.

 

 

A família real inglesa se metia em escândalos e isso tomava conta dos noticiários, como se isso fosse alguma novidade. Infelizmente Freddie Mercury, o incrível vocalista do Queen morria de AIDS. Pouco tempo depois foi a vez da Princesa Diana perder a vida num acidente automobilístico. No começo a culpa caiu sobre os paparazzis, mas o laudo oficial colocou a culpa no motorista, que não podia se defender, pois morrera também no acidente.

 

 

Surgia a MTV, uma emissora própria para a linguagem dos jovens, com muitos clipes, música e novos apresentadores, bastante amadores, mas muito sinceros. O rock ressurgia com grupos como Nirvana, até pouco tempo depois o líder da banda Kurt Cobain morrer. Era tempo de Pearl Jam, Oásis, Blur e The Verve e a músicas eletrônicas começavam a tomar conta da rapaziada e muitas bandas experimentais surgiam como Nine Inch Nails, Rammstein, entre outros.

 

 

O Metal Sinfônico começava a pegar força com o surgimento de bandas como Within Templation, Nightwish, Tristania e outros, misturando temas e letras mais profundas, sons de orquestras e uso de coros ao som do puro rock. O Pop não ficava atrás com Céline Dion, Mariah Carey e Whitney Houston, assim como Spice Girls, Backstreet Boys, Shakira, Christina Aguilera e Britney Spears, entre outros.

 

 

Michael Jackson continuava a fazer sucesso e a meter-se cada vez mais em escândalos. A cultura rave fez com que o trance, techno e as músicas eletrônicas chegassem mais perto da moçada, assim como a ecstasy. No Brasil era tempo de Cidade Negra, Skank, Jota Quest, Pato Fu, Chico Science & Nação Zumbi, Raimundos, entre outros maiorais.

 

 

Os Mamonas Assassinas surgiram de repente, do nada e logo se tornavam um megasucesso, amado por uns, odiado por outros. Não muito tempo depois os rapazes da banda lamentavelmente morreriam num acidente aéreo. Também era tempo de Charlie Brown Jr e Sepultura.

 

 

A televisão se enchia de desenhos animados japoneses conhecidos como animes, assim como alguns heróis americanos como Batman e Superman voltavam a ter força em novas animações, e as crianças passavam a se deliciar com Power Rangers, as Tartarugas Ninjas e Barney.

 

 

Ratinho começa a incomodar todo mundo pelo SBT e pela Globo a turma do Casseta & Planeta faziam muito sucesso, assim como o programa Sai de Baixo começava a despontar como um dos programa humorísticos mais conceituados e a Rede Manchete começava a conquistar o público mais jovem com sua programação.

 

 

Começavam a invasão das telenovelas mexicanas como A Usurpadora, entre outras. Por outro lado, as novelas da Globo começavam a mostrar temas mais polêmicos como a homossexualidade, assim como as cenas de sexo ficavam mais calientes. Era tempo de A Próxima Vítima, Torre de Babel e O Rei do Gado.

 

 

Quase no final dos anos 90, no dia 10 de maio de 1999, a Rede Manchete de televisão era encerrada, marcada por altos e baixos momentos durante a sua existência em quase duas décadas. Alguns meses mais tarde em novembro de 1999, surgia em seu lugar a nova emissora, RedeTV! com um novo estilo e uma programação totalmente diferente.

 

 

Os novos videogames chegavam para a alegria da garotada e também dos marmanjos. Sega, Nintendo, Sony, PlayStation chegavam com tudo, assim como os games para computadores como o Doom, por exemplo. No fim da década muitos começavam a cuidar dos seus bichinhos virtuais. O Tamagotchi virava uma febre e todos queriam baixar músicas em MP3, criando uma polêmica dos diabos.

 

 

Gays e Lésbicas famosas começavam a se assumir, como Melissa Etheridge, Ellen DeGeneres, George Michael e até Elton John, e muita gente já não ficava chocada assim com isso. Outros ainda continuam. A garotada aderia cada mais aos piercings e as tatuagens. Esportes como escalada, mountain bike, sky diving, snowborarding, alpinismo, entre outros começavam a serem cada mais praticados.

 

 

Senna conquista o tricampeonato, mas pouco tempo depois perde sua vida numa corrida. O Brasil torna-se tetra campeão de futebol nos Estados Unidos, mas na próxima copa na França chega até o final e perde para o dono da casa, com acontecimentos muitos estranhos envolvendo Ronaldo e nunca explicado, com direito a piripaques e muito disse-me-disse.

 

 

No cinema, filmes como A Lista de Schindler, O Silêncio dos Inocentes, O Piano, Forest Gump e o Resgate do Soldado Ryan se tornam as maiores bilheterias desta década. Steven Spielberg fatura vários Oscars com A Lista de Schindler e Parque dos Dinossauros.

 

 

Chega às prateleiras em 1997 o primeiro livro da série Harry Porter, contando histórias fantásticas criadas pela escritora britânica J. K Rowling. Pouco tempo depois ela vende os direitos para a filmagem do livro. O filme se torna um fenômeno há muito tempo não vista pelo cinema.

 

 

O Senhor dos Anéis contra ataca, mas ninguém segura Harry Porter, que se torna as maiores bilheterias do novo milênio. Mas outros filmes também despontam a atenção do público como X-Men e os novos desenhos animados como Shrek, começam a fazer a cabeça dos papais e filhinhos. A nova saga de Star Wars também chega às telas, assim como surge o novo 007 em Die Another Day e Casino Royale.

 

 

Os livros como O Código Da Vinci alcançam records de vendas e na televisão se popularizam os reality shows como os Big Brothers, que se espalham pelo mundo. Chaves, o Chapolin e o Pica-Pau voltam a fazer a cabeça da garotada dessa geração que estão ligadas na Internet 24 horas.

Pouca gente quer assistir as televisões abertas. A TV digital aberta parece que ainda não se mostrou comerciável e quem tem um pouco de grana, parte para as TVs por assinatura, que já vem com telefone e banda larga, tudo num mesmo pacote. A Rede Record começa a incomodar a poderosa e o SBT começa a mostrar sinais de instabilidade.

 

 

Na música o Pop adolescente das expoentes da década de 90, que agora já estão bem mais maduras e começam a mandar no pedaço como Christina Aguilera, Skakira, Avril Lavigne e Britney Spears, que começa a sua carreira estonteante de sucesso e escândalos. Também surgem movimentos mais românticos, o Hip-hop assume e o rock já não é mais aquele.

 

 

Por aqui, os pagodeiros e o pessoal do axé começam a ficar démodé. É hora do Funk carioca, com bundinha para cá, bundinha pra lá. Tum tum tum.... Bandas como Calypso, Tribalistas e o Bonde do Tigrão toma conta da televisão e do rádio, assim como reaviva algumas polêmicas.

 

 

Na zoropas o indie rock de Franz Ferdinand e Kaiser Chiefs começam a tomar conta da moçada e no mundo o emocore sai da obscuridade do underground e torna-se imensamente popular com bandas como My Chemical Romance, Simple Plan e Good Charlotte, entre outros.

 

 

O Projeto Genoma é finalmente concluído e os planetas do sistema solar começam a receber novas redefinições com a descobertas de novos planetas anões e a nave Voyager 1 ultrapassa as fronteiras do Sol. Em contrapartida, Bush filho reinicia uma absurda guerra no Iraque e Saddam é pendurado via satélite.

 

 

Os talibans deixam o poder, mas ainda incomoda muita gente. Ditadores como Slobodan Milosevic e Pinochet são considerados culpados depois da morte deles. De que adianta isso depois de morto. Líderes da outrora esquerda chegam ao poder na América Latina e Chaves, o político e não da televisão, vira espetáculo e assunto dos noticiários. Enquanto isso Lula vai, Lula vem.

 

 

O mundo não pode mais viver sem a Internet e todos querem a banda larga. Quem não tem recorre a Lan Houses espalhadas por todo lugar. Chega os novos Windows XP, logo em seguida Windows Vista e logo em seguida Window 7, e logo em seguida sei lá o que!.

 

 

O Disquete vira coisa do passado. O CD está perdendo terreno para o pendrive e todos só querem falar pelo Skype. O DVD definitivamente enterra o vídeo cassete, a Apple lança o iPod e o celular começa a apontar como uma nova tendência mundial, deixando obsoleto até os nossos computadores.

 

 

Twiter, Facebook ditam a moda e todos querem fazer parte dela. Confiável ou não e até quando vai durar, ninguém sabe. Hoje os tempos são outros. Logo vai começar a nova década e muitos já estão dizendo que vai terminar em 2012. Nas telenovelas os velhinhos já dão aquelas chupadas nas bocas das dondocas, deixando a nova rapaziada de boca aberta, e mostrando que eles também entendem do negócio.

 

 

Papel de mocinho e os belos rostinhos já era!. Os malucos, os do contra são mais engraçados e se mostram ser bem mais talentosos. Os atores já bem maduros, os sessentões e setentões, que há pouco tempo eram colocados de lado, agora mostram com quantos paus se constrói uma canoa, dando um show nas telas e por diversas vezes segurando a audiência.

 

 

25 de junho de 2009 foi marcada por duas grandes tragédias. Morria a atriz Farrah Fawcett, que ficou conhecida pelo seu desempenho na série de televisão As Panteras e tida como uma das mulheres mais lindas e invejadas daquela época. Mas, ironicamente sua morte, que deveria tornar-se um acontecimento mundial, acabou sendo abafado pela morte do mega star Michael Jackson. Até parece que, mesmo na hora na morte precisamos escolher o momento certo.

 

 

Os noticiários só falavam da morte de Jackson. Até Fátima chorou. O famoso cantor, compositor, dançarino, produtor e empresário, e uma vida polêmica que começava profissionalmente aos cinco anos de idade, juntamente com seus irmãos do Jackson 5, nos deixava.

 

 

Michael iniciou sua carreira solo nos anos 70 e foi cada vez fazendo mais sucesso, considerado como o Rei do Pop. Seus discos passaram a ter vendagens incríveis e sua vida um emaranhado de acontecimentos, que iam desde a sua transfiguração, até os escândalos envolvendo menores e se mostrando como um eterno Peter Pan.

 

 

O novo milênio não trouxera boas novas para ele. Por volta de 2002 o cantor provocou críticas severas ao segurar seu filho pela janela de maneira perigosa. Pouco tempo depois era acusado de abuso sexual pelos pais de alguns garotos. Livre das acusações voltou a preocupar-se com a sua carreira e Jackson se tornava o primeiro artista a vender mais cem milhões de álbuns fora dos Estados Unidos.

 

 

Quase perto de sua morte, ele preparava um novo show que correria o mundo, mas infelizmente isso não aconteceu. Sua morte, assim como vida é cercada de polêmicas. Num passado não muito remoto, Elvis Plesley, outro ídolo morria, mas todos dizem Elvis não morreu e hoje já se escuta Michael não morreu, e não morrerá no coração de seus fãs.

 

 

Quem será o novo ídolo da década que logo virá. Façam suas apostas. Tiririca diz que agora só quer fazer humorismo, portanto é carta fora do baralho. Melhor apostar em outro. Não importa quem será. Rei morto, Rei posto! A humanidade não pode viver sem seus ídolos. Isso não é uma crítica, pois a vida sem os nossos ídolos, também não tem graça alguma.

 

 

Hoje a TV sobrevive atrelada aos institutos de pesquisa. O poder supremo chama-se Ibope e analisando essa cadeia hereditária, descobre-se que o de cima sobe e o debaixo desce. Por isso é melhor chupar um picolé da Kibon ou comer um sanduba no alemão.

 

 

Mas bom mesmo era comer macarrão à putanesca, principalmente aos domingos, onde o dia começava com desenhos de montão e terminava com Cid Moreira dando boa noite ao fim do Fantástico. Era hora de desligar a televisão, pois segunda era dia de labuta e o chefe não aceitava desculpa fajuta

 

 

Apesar de escrever muito sobre o passado, não sou um saudosista e gosto muito do momento atual. Não acho também que tudo foi bom assim lá atrás. A sociedade era mais preconceituosa e hipócrita, as regras eram rígidas demasiadamente e a gente tinha poucas escolhas, como limpar com jornal ou usar Tico-Tico, que era tudo igual.

 

 

Assim era e é a televisão que eu conheço, um mundo mágico e de horário eleitoral gratuito. Hoje as redes abertas de televisão lutam para angariar os espectadores mais humildes, pois quem pode vai para a TV a cabo. Televisão aberta digital é ainda um sonho ou pesadelo, ninguém sabe. Já se fala em televisão em 3D e logo Avatar vai virar coisa do passado.

 

 

Estamos na era da Internet e do controle remoto. Vemos e lemos várias coisas ao mesmo tempo, quem dorme, para no tempo. É época de e-mail, twiter, facebook e e-book é a grande esperança. Muita gente acredita que a Internet tomará conta de tudo e de todos, acabando com os outros meios de comunicação, mas assim também foi dito no passado.

 

 

Quando surgiu o cinema todos pensavam que o teatro iria acabar, mas não aconteceu. Quando surgiu a televisão todos falavam que era o fim da rádio, e assim por diante. O jornal, o circo, o livro, todos eles continuam em seus devidos lugares. Logo surgirá uma outra coisa revolucionária e todos dirão, será o fim da Internet?

 

 

Longe de ser um profeta ou um visionário, mas acho que já estamos no limiar de um novo tempo. Em breve o computador deixará de ser a ferramenta do jovem anarquista e muitas coisas vão passar para o celular ou coisa parecida, que promoverá a nova grande revolução. Nome ainda ele não tem, mas logo terá. Poetas, seresteiros, namorados correi. É chegada a hora de sorrir e cantar, pois a Internet já está para acabar!

 

 

O grande lance da Internet foi a de permitir que uma porção de tribos, jurídicas ou físicas, pudesse a custo muito baixo lançar mão de suas idéias, usando essa nova linguagem que surgia e utilizando-a como bem entender criando as suas homepages, seus blogs. Tudo isso já está virando coisa do passado, mas o mundo rápido também está ficando cada vez mais velho. Vivas ao LP, ao abridor de latinhas de sardinha e até ao lambe-lambe.

 

 

Acredtio também que os jornais, as revistas e os livros deverão mudar sua forma de chegar ao público com o papel cada vez mais caro. Como vai ser eu não sei. Desaparecer ela não vai, mas talvez somente edições especiais provavelmente por ai vão estar. Também é possível que tudo isso vá para algo como a Internet ou algo semelhante. Mas não leve a sério esses devaneios, é apenas um livre pensar.

 

 

Mas, porém, todavia, contudo, algumas coisas poderão desaparecer para sempre, assim como muitas informações que podem se evaporar no tempo, a não ser que um louco qualquer tente deixar algo registrado para a posteridade. Pensando nisso resolvi que esse maluco podia ser eu, foi então que tudo começou.

 

 

Desculpem-me pelo meu português ruim, cheio de erros, mas é o que eu sei fazer. Todos os artigos do site foram escritos mediante lembranças, curiosidades, traduções, adaptações, cópia de vários trechos e livre interpretação de diversos artigos encontrados principalmente pela Internet. Não é minha pretensão ser original, nem tampouco criativo, mas sim em deixar registrado algum dos momentos marcantes que fizeram parte dessa bela história da televisão. Espero que gostem.

 

Grato. Osamu Nakagawa - edição e redação

Desde, janeiro de 2008

 

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