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Missão Impossível - Mission Impossible - Parte 3


 

 

Na série Missão Impossível o objetivo principal da organização em suas missões eram normalmente obter provas ou evidências para que pudessem ser levadas ao tribunal ou fazerem eles confessarem. O espetáculo tinha uma notável e raro formato, diferente de outras séries da época, que permitia mudanças ao longo da série, inclusive as cenas de abertura que adquiriam um tato ritualista. 

 

 

A maioria dos episódios iniciavam com o líder do time chegando a um local público, como um parque ou uma loja, por exemplo, onde invariavelmente depois de compartilhar algumas palavras com o balconista ou outra pessoa qualquer, sempre acabava sinalizando com uma frase código para eles buscarem a gravação ou então onde ele encontraria a gravação escondida. 

 

 

A mensagem contendo o "contrato" (se é que poderia assim ser chamada) da missão era contida numa fita de carretel de bobinar  colocada num pequeno gravador. No episódio piloto da série, Briggs recebeu a mensagem através de toca-disco. Em outros também foram utilizados gravadores de fita, toca-fita de automóveis e num dos episódios Briggs recebeu as instruções através de um cartão de visita. 

 

 

Um envelope contendo fotografias dos objetivos a serem alcançados normalmente acompanhavam a gravação e o líder o time ia vendo as fotos enquanto ouvia a mensagem gravada. Estas gravações sempre eram colocadas em lugares imperceptíveis. 

 

 

Apesar de Briggs/Phelps receberem os fundamentos da missão, a gravação sempre indicava que o líder poderia aceitar ou recusar a missão. Um dos momentos mais famosos da série era quando, após a mensagem da fita ser ouvida, uma mensagem final dizia "esta mensagem se auto-destruirá em cinco segundos" (que se tornou antológica e utilizada até hoje em diversas ocasiões), e então a fita desintegrava virando uma nuvem de fumaça. 

 

 

Isto acabou se tornando padrão para Briggs e Phelps, mas no início a fita era destruída manualmente, lançando sobre ele um ácido ou colocado num forno onde o registro ou a fita eram destruídos. Uma situação semelhante aconteceu num dos episódios da primeira temporada.

 

 

Uma situação incomum ocorreu com a cena da fita no primeiro episódio, onde a mensagem gravada foi recebida pelo agente Carter. Foi a única vez que alguém com exceção de Phelps ou de Briggs recebeu as instruções.

 

 

 Na produção de 1980, a mensagem eram enviadas através de mini-DVD e como sempre ela se auto-destruía depois de ser ouvida. Estas instruções tinham a voz do ator Bob Johnson (que nunca apareceu no espetáculo), na série original, porém na versão de 1988, em apenas em um único episódio foi ouvida a voz de Johnson. As outras vozes nunca foram reveladas a sua autoria. Johnson morreu em 1994.

 

 

Quando a série foi levada ao cinema foi revelada o nome da pessoa que estava atrás das mensagens e foi identificada como de Eugene Kittridge, interpretado por Henry Czerny. No segundo filme, porém a voz das mensagens era determinada por um tal de Swanbeck e era interpretada por Anthony Hopkins e no terceiro filme foi interpretado por Billy Crudup. 

 

 

É totalmente desconhecida se alguns desses personagens correspondiam a versão da televisão. Peter Graves que interpretava o papel de Jim Phelps, certa vez comentou que as cenas da fita normalmente eram todas filmadas tudo de uma vez antes do resto da produção, por isso ele nunca sabia qual era a fita que apareceria no episódios que ele iria gravar.

 

 

Depois do líder aceitar a missão, ele aparecia em seu apartamento onde ele separava as fotos dos agentes que iriam participar daquela missão, dentre as muitas existentes. Muitos autores afirmam que várias dessas fotos eram fotos da equipe técnica da série e até do criador da série, Bruce Geller. 

 

 

Após a escolha, uma reunião acontecia no apartamento para definir as tarefas individuais de cada um. Também eram mostradas os membros da equipe fazendo as preparações necessárias para que a operação fosse bem sucedida. Estas cenas mostravam a planta do local, como as câmeras seriam escondidas, assim como ficariam os outros dispositivos que variavam de um episódio para outro.

 

 

Durante a quinta temporada, os produtores decidiram tirar a cena da gravação, a cena do dossier e as cenas do apartamento, mas no fim desta mesma temporada, voltaram a apresentar a cena da gravação e do apartamento. 

 

 

A cena do dossier foi eliminada, mas a série reavivada da década de 80, restabeleceu a "cena do dossier" já no primeiro episódio, quando Phelps selecionava sua nova equipe, entretanto desde que a mesma equipe foi mantida em episódios subseqüentes, a cena acabou sendo novamente eliminada.

 

 

Uma vez que o episódios descreverem toda a operação, geralmente um membro da equipe era introduzido no local do alvo, através do agente que se disfarçava utilizando as máscaras de látex. Nas primeiras temporadas essa função era exercida por Martin Landau, e em alguns casos por um ator convidado especialmente para estas cenas. 

 

 

Depois da saída de Landau da série, coube a Paris ou Casey fazerem este papel. Alguns episódios da primeira temporada mostravam cenas onde descreviam a criação e a aplicação das tais máscaras, geralmente pelas mãos do perito Rollin, mestre do disfarce e da composição. Mais tarde essas cenas passaram a ser omitidas quando os espectadores se tornaram familiares dos métodos da equipe. 

 

 

No revival da década de 80, as máscaras passaram a ser desenvolvidas por um processo que envolviam câmeras e computadores digitais, tudo era feito de forma automática e a maioria dos episódios, em sua parte final "revelavam" o membro da equipe removendo a máscara. Vários outros métodos tecnológicos eram também empregados. 

 

 

A equipe freqüentemente redistribuía telefones ou chamadas de rádios para que eles pudessem se comunicar. Essas transmissores eram normalmente colocados dentro dos elevadores, que ficavam sob o controle da equipe.

 

 

A tensão dramática que surgiam em situações onde os membros apareciam em eminência de serem descobertos, eram geralmente apresentados fazendo-se interrupções com a entrada dos comerciais. Certos eventos às vezes inesperados que ocorriam forçavam a equipe a improvisar, o que aumentava ainda mais a emoção do espetáculo.

 

 

O último elemento era a conclusão de cada episódio, que raramente ocorriam epílogos e na maioria dos casos, a ação durava apenas alguns segundo finais e o episódio terminava geralmente mostrando a equipe saindo da missão bem sucedida, escapando através de um caminhão e num dos episódios apareceram a equipe saindo num vagão de trem de uma estação. Já no revival dos anos 80, este formato for modificado com a adição de cenas a parte mostrando a equipe se reagrupando e longe do local da missão concluída e acompanhado de Jim Phelps.

 

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