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Murphy Brown - Parte 1


 

 

Murphy Brown era um série de TV norte-americana, uma comédia de situação, criada por Diane English, apresentado originalmente nos Estados Unidos pela rede CBS,  entre 14 de novembro de 1988 a 18 de maio de 1998, num total de 247 episódios, com aproximadamente 30 minutos de duração cada, em 10 temporadas. No Brasil esta série foi apresentada pela Rede Record por pouco tempo, em fins da década de 90, depois voltou a ser apresentada mais detalhadamente pela televisão por assinatura Sony.

 

 

O espetáculo focalizava a vida atrás de um noticiário de uma televisão que apresentava notícias investigativas, muito parecido com outro noticiário da CBS chamada "60 Minutes". Murphy Brown foi uma das primeira comédias da televisão, a explorar a vida entre os repórteres, produtores, pessoas e amigos de uma equipe jornalística de televisão. 

 

 

A série era protagonizada por Candice Bergen no papel da controvertida Murphy Brown, uma jornalista investigativa e âncora do noticiário da FYI, um telejornal fictício. No primeiro episódio da série, Murphy retornava de uma recuperação alcoólica da Betty Ford Clinic, onde esteve internada por um certo período para desintoxicação e tratamento. 

 

 

No início a personagem central era apresentada como vulnerável e dividida, mas com o passar do tempo todas as suas excentricidades foram aparecendo, acrescentando riqueza e profundidade a sua personalidade. 

 

 

Murphy Brow foi um dos personagens femininos, distintivamente mais original da televisão norte-americana. Ela era inteligente, determinada, de difícil trato e não sofria por bobeiras. Sua ambição e teimosia freqüentemente a colocavam e dificuldades, agindo geralmente com totalitarismo. 

 

 

Com esse perfil, tornou-se uma mulher triunfadora dos anos 90, capaz de conquistar o coração do público por seu labor profissional, mas a mesma coisa já não acontecia com sua vida privada. Mas, Murphy como parte de um elenco de personagens femininas das comédias de costumes, também não deixava de entrar em encrencas ridículas.

 

 

Não pelo fato de ser mulher, mas porque ela era Murphy, uma repórter linha-dura, que tudo conseguia, até ser proibida de freqüentar a Casa Branca, durante as administrações Bush e Clinton. Murphy realmente ficou "mordida" quando não recebeu o convite inaugural de George Bush. Ao longo de suas dez temporadas da série, todos os personagens e suas relações foram desenvolvidas, além daquilo que é típico das comédias de costumes. 

 

Foto - Charles Kimbrough como Jim Dial

 

O elenco original incluíam o âncora Jim Dial, um veterano profissional, ganhador de vários prêmios, um reacionário às inovações, por isso mesmo, o mais antiquados dos personagens, além  rígido e sério. Ele e sua esposa Doris se separaram, mas na última temporada do espetáculo, voltaram a ficar juntos. Eles não tiveram nenhum filho, embora ele tivesse um cachorro.

 

Foto - Joe Regabulto como Frank Fontana

 

O outro era o repórter investigativo Frank Fontana, audacioso, o melhor amigo de Murphy, e chegado em sensações perigosas. Em alguns segmentos do espetáculos vivia praticando "skydiving" e num dos episódios chegou a saltar de um prédio. Como repórter era capaz de fazer qualquer tipo de acrobacia para conseguir uma boa história. Era solteiro como Murphy e um eterno "rabo-de-saia", apesar de ter medo mortal de assumir qualquer compromisso.

 

Foto - Fiath Ford como Corky Sherwood

 

Havia a distraída Corky Sherwood, uma ex-miss América, agora jornalista, mas que foi contratada mais pelos seus dotes físicos e olhar atraente do que propriamente de sua capacidade jornalística. No princípio não tinha muita habilidade jornalística. Enquanto os outros repórteres iam a procura de notícias sérias, Corky estava sempre buscando notícias frívolas, tais como "onde levar o seu gato enquanto você passa as férias" ou "um jantar com a família Van Patten". 

 

Foto - Fiath Ford como Corky Sherwood

 

Mas com o passar do tempo começou a amadurecer até vira uma jornalista de verdade. Por algumas temporadas, Corky ficou conhecida como "Corky Sherwood Forrest", pois se casou com um escritor chamado Will Forrest, durante a temporada de 1989 a 1990. Depois ela se divorciou e casou depois com o produtor Mills Silverberg, mas esse casamento também não durou e ela acabou se separando.

 

Foto - Grant Shaud como Miles Silverberg

 

E por fim, o produtor, recentemente formado em Harvard, mas com 25 anos à frente da televisão, que representou uma tortura para Murphy, no princípio, mas com o tempo isso foi se transformando numa relação de mútuo respeito. Em 1996, o ator Grant Shaud, que interpretava o produtor Miles Silverberg, deixou o espetáculo sob a alegação de que ele havia sido enviado para a filial em Nova Iorque. A distância também acabou arruinando seu casamento com Corky e a separação foi inevitável.

 

Foto - Lily Tomlin como Kay

 

Com a saída de Miles do espetáculo, o seu personagem foi substituída por Lily Tomlin como a produtora Kay Carte-Shepley, para as últimas temporadas. Kay provou ter o mesmo jeito inicial de Miles e tornou-se uma inimiga declarada de Murphy e vice-versa, apesar que eventualmente eles até que se davam bem, apesar de sua pouca experiência, quando ela iniciou no espetáculo. A única que havia feito era apenas a produção de uma game show. Lily Tomlin também se adaptou bem ao espetáculo e permaneceu até o seu encerramento.

 

Foto - Robert Pastorelli como Eldin Bernecky

 

Murphy era solteira, apesar de já ter sido casada, mas tinha uma vida privada bem parecida a uma dona de casa. A um tempo atrás ela havia contratado um sujeito chamado Eldin Bernecky para repintar a sua casa, mas ela tinha tantas idéias que ele acabou permanecendo por seis temporadas, trabalhando continuamente na casa de Murphy. 

 

 

Depois que Murphy teve um bebê ele acabou se tornando a babá da criança. Depois deixou o espetáculo por um tempo, sob a alegação de que ele havia ido a Espanha para estudar pintura, mas retornou nos últimos episódios da série. 

 

Foto - Pat Corley como Phil

 

Todo o pessoal da FYI também freqüentavam o bar do Phil, que ficava defronte ao estúdio em Washington. Phil na realidade o garçom do bar e acabou morrendo na nona temporada, mas voltou na última temporada, revelando que ele não morrera, mas foi forçado a viver escondido, devido a umas encrencas em que havia se metido.

 

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