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Rockford Files - Arquivo Confidencial - Parte 1


 

 

Rockford Files foi uma série de televisão norte-americana criada por Stephen J. Cannell e Roy Huggins, protagonizado por James Garner como Jim Rockford e apresentado nos Estados Unidos, inicialmente pela rede NBC, entre 13 de setembro de 1974 a 10 de janeiro de 1980 e depois em syndicated, totalizando 122 episódios, de aproximadamente 60 minutos cada, em seis temporadas e no Brasil através da Rede Globo e também pela televisão a cabo Universal Channel.

 

 

O espetáculo foi introduzido por um episódio piloto, de mesmo nome da série, com duração de 90 minutos, apresentado nos Estados Unidos, no dia 27 de março de 1974. Quando a série começou a ser exibido em Syndicated, a série teve início com um episódio denominado "Blacklash of the Hunter", divididos em duas partes. 

 

 

O espetáculo tem início quando Jim Rockford sai da prisão depois de cinco anos, acusado por um roubo que ele não cometeu. Ao sair ele passa a trabalhar como investigador particular, que lhe permite manter um modesto trailer, que também é o seu escritório, num lote de estacionamento de uma praia em Malibu, ao lado da rodovia e um Pontiac Firebird, que ele costuma dirigir a toda velocidade. 

 

 

Ele vive de seu trabalho cobrando duzentos dólares por dia, mais as despesas. Ao contrário de outros detetives de sua época, ele não era nada impecável e costumava resolver tudo numa boa briga e raramente usava uma arma.

 

 

 Rockford trabalhava tipicamente em casos frios, pessoas desaparecidas e fraudes de modo geral, mas com os passar dos episódios ele começou a se envolver em casos mais dramáticos como assassinatos e seqüestros. Geralmente ele lidava com casos onde a polícia já dava como seguramente resolvida. 

 

 

Com sua destreza e perseverança em conseguir informações, ele conseguia reverter veredictos já estabelecidos, fazendo ao mesmo tempo, com ele entrasse em confronto, particularmente com o detetive da polícia Dennis Becker, que o admirava, mas ao mesmo tempo ficava com ódio das intromissões de Rockford.

 

 

Ele também contava sempre com a ajuda de seu pai, um velho caminhoneiro aposentado e também de sua namora, a advogada Beth Davenport, que sempre o amparava legalmente. Em diversos episódios ele também contava a ajuda de alguns ex-detentos, como Angel Martin, com quem ele compartilhava a cela, quando ele estava na prisão.

 

 

Rockford Files é visto por muitos críticos e também em diversas pesquisas de opinião como uma das melhores séries de televisão sobre investigação, ao lado de Harry O, da década de 70, pelo seu roteiro soberbamente recheada de mistérios, com a quantidade exata de ação, repleto de humor e relacionamentos pessoais bastante realistas.

 

O espetáculo foi esboçado inicialmente pelo produtor Roy Huggins como um detetive particular que assumia casos de processos já encerrados, mas com a intervenção de Cannell, que decidiu se divertir principalmente com os clichês estagnados do gênero e desta forma decidiu quebrar as regras e o transformando num grande show de televisão.

 

Stephen Cannell pode ser considerado o grande responsável para que o personagem assumisse um novo conceito dentro da televisão. Jim Rockford realmente quebrava aquele molde fixo da televisão baseados nos punhos e na cavalaria.

 

Jim morava num trailer, ao invés de um escritório bacana na Sunset Boulevard, com uma linda secretária anotando suas mensagens, mas preferia viver a sua maneira, num lugar apertado e sempre dentro das condições que lhe permitiam..

 

Ele era também descrito como um detetive pobre, um homem comum, que falava de um modo grosseiro e com um humor típico de sua idade. Tinha também um relacionamento turbulento com a polícia e mantinha a sua própria rede de conexões com a marginalidade.

 

Rockford era avesso a socos, mas não era um homem covarde, mas pragmático, possuía um inabalável senso de moralidade e quase que obsessiva procura pela verdade. Cannell transformou o personagem muito mais humano e instaurou histórias bem mais realistas.

 

A série funcionou por cinco temporadas completas, chegando a um fim prematuro no meio da sexta, quando Garner resolveu deixar o espetáculo devido a uma variedade de doenças físicas provocadas por exaustivas sessões árduas da produção.

 

Depois do seu encerramento, a série se manteve quase que constantemente em syndicated, nos Estados Unidos e também pela televisão a cabo, o que acabou dando origem a oito telefilmes que foram exibidos pela CBS entre 1994 a 1999.

 

 

O primeiro telefilme "The Rockford Files: I Still Love L.A." foi dedicado a memória do ator Noah Beery Jr,  que interpretou o personagem Joseph "Rocky" Rockford, o pai de Jim na série. O ator Noah Beery Jr morreu em Tehachapi, na Califórnia, no dia 1 de novembro de 1994, aos 81 anos de idade. Também o outro telefilme denominado "The Rockford Files: Murder and Misdemeanors", apresentado em 1997, foi em memória ao ator Luis Delgado, que morreu em Los Angeles, Califórnia, no dia 24 de março de 1997.

 

 

The Rockford Files marcou um passo importantíssimo na evolução do detetive da televisão, uma homenagem ao tradicional agente privado que trabalhava com os olhos bem abertos nos mistérios, criando um culto de seguidores leais, bem como a canonização bastante rápida marcando o gênero do detetive particular, que pouco tempo depois foram seguidas por Magnum P.I., Detective in the House e Charlie Grace, entre outros.

 

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