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Vigilante Rodoviário - Parte 1


 

 

Vigilante Rodoviário foi a primeira série brasileira a ser produzida no Brasil dentro dos moldes tradicionais das séries norte-americanas, apresentado originalmente a partir de março de 1961, pela extinta TV Tupi, Canal 4, de São Paulo, todas às quartas feiras, às 20 horas, depois da apresentação de Repórter Esso, um noticiário de grande repercussão da época.

 

 

Mais tarde passou a ser reprisada na década de 70 pela Rede Globo de Televisão, sendo que foi reapresentado somente por aquela emissora. A série era patrocinado pela Nestlé, foram produzidos 38 episódios e foi encerrada em 1962, quando a Nestlé cancelou o seu patrocínio. Mais recentemente, em 2008, a PROCITEL - Produções Cine Televisão Ltda, empresa de propriedade de Ary Fernandes, criador e diretor desta obra pioneira, sendo a mesma PROCITEL detentora da marca registrada "O Vigilante Rodoviário", firmaram contrato com o Canal Brasil do grupo Globosat da Rede Globo, para a volta da série que já esta sendo reexibida por este canal de TV por assinatura.

 

 

Antes de ser encerrada, o produtor da série Alfred Palácios e o diretor Ary Fernandes, cientes de que naquela época poucas casas ainda possuiam o aparelho de televisão e visando atingir um público maior de espectadores, montaram dois filmes contendo quadro episódios cada, dos episódios da televisão e assim a série chegou às salas de exibição do cinema de todo o país, chegando a superar a bilheteria do maior astro da época, Mazzaropi.

 

 

Sem o patrocínio da Nestlé, a equipe não puderam mais comprar os negativos da Kodak para filmagens, que na época, sem o video-tape, eram feitas em 35mm, depois copiadas, montadas, dubladas e finalmente reproduzidas em 16mm para a televisão. Um outro agravante foi o fato de Janio Quadros, ao assumir a Presidência da República no Brasil, decretar uma lei taxando os produtos importados em 400%, mas mesmo assim o projeto prosseguiu. O tiro de misericórdia aconteceu com a mudança da diretoria da Nestlé, que não quis mais arcar com os altos custos dessa produção.

 

 

A série mostrava as aventuras do Inspetor Carlos (Carlos Miranda) da polícia rodoviária, juntamente com seu fiel cão Lobo (King), a bordo de seu Simca Chambord ou sua motocicleta Harley Davidson, enfrentava todos os perigos e todos os tipos de criminosos pelas rodovias brasileiras e mantendo a lei e a ordem, além disso a dupla veiculava muitas mensagens educativas. Alguns tempo após o encerramento da série Carlos Mirando, largou a carreira artística e se tornou realmente um Policial Rodoviário. O cão King, conhecido como Lobo, começou a ter problemas de saúde pouco tempo depois do encerramento das filmagens e veio a morrer em 1971.

 

 

Por volta de 1978, alguns cineastas como Ary Fernandes, por exemplo, receberam cada qual com seus respectivos projetos, patrocínio financeiro da EMBRAFILMES para a realização de um longa metragem piloto para uma "futura" nova série. Como Carlos Miranda, nesta época já não tinha a mesma aparência jovial dos tempos de outrora, Antonio Fonzar, um "galã", do programa Silvio Santos foi escalado para desempenhar o papel principal no filme.

 

 

Mas devido ao fim da EMBRAFILMES, a "futura" nova série de 1978, foi abortada e o único material existente é apenas um longa-metragem piloto. Segundo dados enviado pela própria PROCITEL - Produções Cinema e Televisão Ltda., a nós gentilmente enviado, infelizmente o longa-metragem piloto nunca chegou ai apresentada por nenhuma emissora de televisão, portanto não há como fazermos comparações entre a série original exibida com o piloto, como chegamos a afirmar em matéria passada, ora reiterada.

 

 

Na década de 80, uma série norte-americana chamada CHiPs começou a fazer um grande sucesso mundial. Esta série mostrava também dois policiais rodoviários, em aventuras pelas estradas americanas. Quando os dois atores principais do filme, Larry Wilcox e Eric Estrada, vieram para o Brasil para a promoção do seriado, eles fizeram questão de conhecer o nosso patrulheiro rodoviário Carlos Miranda e outros de sua corporação.

 

 

Todos direitos da marca "VIGILANTE RODOVIÁRIO" e "ÁGUIAS DE FOGO" estão registrados no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial)), em nome da PROCITEL - Produções Cine Televisão Ltda.

procitel@uol.com.br

 

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